segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Micose de unha



Conforme prometido na matéria anterior, seguem abaixo mais informações sobre as unhas, os cuidados e uma doença muito comum: a micose.

É comum cuidarmos das unhas por vaidade ou simples preocupação com a beleza, porém uma micose começa como um problema estético que, de imediato, afeta a vida social. Coceira, inflamação ou escamação da pele e deformação nas unhas são sintomas comuns. Se não for tratada adequadamente, pode ficar bastante incômoda e dolorosa. Nos pés, por exemplo, são a porta de entrada para infecções bacterianas, o que piora o quadro. O desconforto chega a interferir no andar, causando problemas ortopédicos. Os diabéticos devem ter um cuidado especial, pois são particularmente suscetíveis a ferimentos e infecções graves.

A onicomicose, conhecida popularmente como micose de unha, é mais comum do que se imagina. Aspectos como tonalidade e textura devem ser observadas. Além disso, o mau cheiro na região, também pode ser o indício que algo não vai bem.

Essa infecção é causada principalmente por fungos encontrados no meio ambiente, em animais e seres humanos, precisam de calor e umidade para se desenvolver, os que vivem sobre a pele humana alimentam-se de gordura ou da proteína da queratina que compõe a superfície da unha. Assim, desfiguram sua aparência e podem causar a destruição total das unhas.

Existem mais de 200 mil tipos de fungo, dos quais cerca de 100 causam micoses. A ciência que os estuda é a micologia — do grego mykes, fungo.

Nesta matéria vou dar algumas dicas para “barrar” estes hóspedes indesejáveis durante o verão, época em que eles deitam e rolam.

Os especialistas costumam classificar as tais infecções fúngicas em superficiais ou profundas. As primeiras são endêmicas, isto é, ocorrem quando as condições ambientais — calor, umidade, pouca luz e presença de matéria orgânica — favorecem o crescimento de fungos. Já as micoses profundas, em geral oportunistas, acometem pessoas que apresentam grave deficiência imunológica. É o caso de pacientes de câncer, Aids ou os internados em unidades de terapia intensiva, alvos fáceis de micro-organismos que podem invadir órgãos internos e causar altos índices de mortalidade.

As micoses superficiais, que atingem pele e unhas, em geral não trazem maiores riscos para a saúde da imensa maioria da população. O que não quer dizer que dispensem atenção.

Atenção: a micose de unha também pode afetar portadores de doenças crônicas tais como indivíduos com diabetes, HIV ou com problemas circulatórios que têm diminuição no fluxo de sangue nos dedos dos pés, estes devem ter mais atenção.

Caso você perceba qualquer alteração no aspecto comum da unha, deve imediatamente consultar um dermatologista. O tratamento é longo, dura entre seis e oito meses, por isso, quanto mais cedo começar, melhor.

: pé-de-atleta, ou frieira, costuma causar coceira, descamação intensa, fissuras na pele, inflamação e bolhas nas laterais dos pés e, sobretudo, entre os dedos. E pode abrir caminho para infecções bacterianas.

Unha: dependendo do tipo de fungo, essa micose pode manifestar-se como um espessamento, deformação ou mudança de coloração da unha. Às vezes ela fica quebradiça ou se descola do dedo. É uma das mais resistentes.

Cuidados simples podem prevenir o aparecimento desse inconveniente inimigo:

- Evitar andar descalço em vestiários e pisos úmidos;
- Evitar o uso de meias de tecido sintético;
- Trocar de meias diariamente;
- Não dividir toalhas, luvas e calçados com outras pessoas;
- Não permanecer muito tempo com o mesmo calçado (é indicado não usar por dois dias seguidos);
- Evitar calçados que abafam muito os pés ou os façam transpirar, como os tênis e as sandálias de plástico;
- Colocar os calçados para arejar após o uso;
- Manter as unhas dos pés sempre aparadas;
- Jardinagem: usar luvas para evitar contaminação por fungos existentes no solo;
- Utilizar acessórios esterilizados ao frequentar a manicure e pedicuro: o contágio em salões de beleza é bastante comum. Não adianta esterilizar cortadores, tesouras e alicates e reaproveitar lixas de unha, espátulas ou palitos de madeira. O correto é levar o próprio material de casa e não retirar totalmente a cutícula, pois esta protege as unhas.



O que fazer no caso de uma suspeita

Para descartar a possibilidade de alergias e até hanseníase, o primeiro passo é procurar um dermatologista, que deve colher material para exame micológico, só assim será possível identificar com segurança o tipo de fungo e prescrever o tratamento mais eficaz.

Automedicação, nem pensar: em geral é desastrosa, pois o “bicho” fica mais resistente, o que dificulta a cura. Alguns tipos de micose são tratados em poucos dias com o uso de cremes antifúngicos. Porém, certos fungos, especialmente os que afetam as unhas, são duros na queda. O tratamento é via oral, longo e caro, infelizmente.

Pessoal ainda não acabou ... esta é apenas a parte II da matéria sobre unhas!

Até a próxima,

Alessandra


Fonte de Pesquisa:

4 comentários:

  1. É verdade querida, nós pensamentos na estética e esqueçemos da saúde!!!
    E Deus me livre pegar micose né?
    Vamô cuidar desse pézinho né gata? BezÔ!
    http://ilovesalestore.blogspot.com/

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    Respostas
    1. Olá Dany Rosa,
      Micose, nem pensar ... saúde em 1º lugar sempre!
      Beijinhos,
      Leleka

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  2. Temos que mandar os materiais mto limpos para que isso não aconteça
    http://www.maosdemocas.blogspot.com

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    Respostas
    1. Oi Jô,
      Não tenha dúvidas ...
      Volte Sempre e Beijinhos,
      Leleka

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